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ENTREVISTA - DOM PEDRO CARLOS CIPOLINI
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Em entrevista ao site da Diocese de Amparo, concedida em sua casa, o bispo diocesano de Amparo, Dom Pedro Carlos Cipolini, comenta sobre sua vocação sacerdotal, como foi sua nomeação como novo bispo da diocese de Amparo, sobre as nomeações feitas em sua posse, e ainda, deixou uma mensagem aos fiéis. Veja abaixo a entrevista:

Dom Pedro Carlos, como foi seu chamado à vocação sacerdotal?
Minha vocação vem desde criança, sempre quis ser padre. O chamado para ser padre é sempre um mistério, pois é Deus que chama e nós respondemos, eu quis responder sim e Deus me ajudou.

Conte-nos como foi sua nomeação como bispo. Esperava por isso tão cedo?
Minha nomeação foi uma surpresa. Nesta altura de minha vida pensava que outros mais jovens pudessem ser bispos ao invés de mim, mas Deus me escolheu. Jesus disse: “Não fostes vós que me escolhestes, fui eu que vos escolhi”.

Como era sua vida em Campinas antes de ser nomeado bispo?
Era pároco da Paróquia N. Sra. Do Carmo (Basílica do Carmo) e professor de Teologia na PUC. Atendia também a Santa Casa de Misericórdia como capelão e trabalhava com a Comissão em Defesa da Vida.

O senhor era professor de Teologia na PUC. Sabemos, inclusive, que foi professor de muitos padres e seminaristas de nossa diocese. Conte-nos um pouco sobre isso.
Meus bispos sempre me pediram para ajudar na formação de seminaristas, assim sendo me preparei, fiz doutorado em Roma e durante 23 anos fui professor de teologia. Uma das alegrias que tive ao ser nomeado é saber que quinze padres de minha diocese foram meus alunos: Pe. Nelson, Pe. César, Pe. Edgar, Pe. Francis, Pe. Tarlei, Pe. Adriano, Pe. Tadeu, Pe. Charles, Pe. Carlos Panassolo, Pe. Carlos Alberto, Pe. Milton, Pe. Sidney, Pe. Armando (já falecido) e Diáconos Anderson e Erique.

Sabemos que o senhor publicou um livro em 2000 sobre a Pastoral Urbana. Fale-nos um pouco sobre seu livro.
Este livro surgiu de uma série de artigos escritos sobre a realidade da cidade de Campinas, levando em conta a ética evangélica. Trata do valor da solidariedade na sociedade de hoje tão tentada ao egoísmo. Creio que o futuro da cidade, do mundo urbano, passa pela solidariedade.

O que pensa sobre ser nomeado bispo para a diocese de Amparo, sendo uma região tão próxima e que inclusive pertenceu à Arquidiocese de Campinas?
Isto facilita por já ter conhecimento da realidade da diocese pois quando Amparo fazia parte de Campinas, muitas reuniões eram feitas com padres e leigos daqui. Aliás, os padres que não foram meus alunos, foram meus colegas. E muitos padres e religiosos também são conhecidos. Enfim para mim foi uma alegria ter vindo para Amparo

Em sua ordenação, o senhor lembrou de dom Bruno Gamberini e de Dom Gilberto Pereira Lopes com muita alegria. Fale-nos um pouco dessa relação agora, como irmãos no episcopado.
Dom Gilberto foi arcebispo de Campinas por quase 30 anos e foi o arcebispo com o qual mais trabalhei. Sempre que me nomeava ou pedia algum tipo de serviço para a Igreja, eu estava às ordens, portanto foi uma experiência rica trabalhar com ele. D. Bruno veio para Campinas e imprimiu um ritmo novo, fraterno e amigo, buscando também a articulação de uma pastoral que favoreça a construção de uma “Igreja da Caridade”. Dom Bruno foi muito bom para mim e me deu muito apoio nesta circunstância de minha nomeação para bispo.

Como foi tomar posse da diocese de Amparo? Os preparativos, a celebração, a recepção do povo de Deus?
Foi uma experiência emocionante para mim, principalmente ao perceber a alegria do povo de Deus.

No dia de sua posse, o senhor fez duas nomeações: Pe. Carlos Alberto Rodrigues Jorge como Vigário Geral e novo pároco da Matriz Sant’Ana em Pedreira a partir de janeiro de 2011 e o Pe. César Domingues de Oliveira como Ecônomo do Bispado. Como se deu essa escolha? E este ano o senhor fará novas nomeações?
Escolhi estes dois padres para as funções para as quais os nomeei, depois de muita reflexão e conversa com eles. Já os conhecia, pois foram meus alunos. O Pe. César fez seu trabalho de conclusão de curso de teologia sob minha orientação e eu sabia que ele é formado em contabilidade e tem maturidade para ajudar nossa Igreja neste trabalho difícil, mas necessário. O agora monsenhor Carlos Alberto é um padre trabalhador e capacitado, tem uma visão boa da realidade, espero que possa me ajudar no encaminhamento das questões mais complexas e se entender bem com os demais padres no sentido de que todo cargo é um chamado de Deus a servir mais e com amor.

Faz somente alguns dias que o senhor assumiu a Diocese de Amparo, mas, gostaríamos que nos desse uma síntese das perspectivas de trabalho nesta igreja diocesana.
Falo com esperança, a partir do contato com o povo e também da reunião que tive com o clero. Se conseguirmos nos unir, em prol do Evangelho e do trabalho pastoral que devemos fazer, conseguiremos cumprir nosso dever para com o Senhor da Messe, que nos chamou e nos capacitou para o trabalho

Quais suas perspectivas em relação a esta diocese que o acolhe, povo fiel, sacerdotes, irmandades, etc.?
Minha perspectiva é boa no sentido de que a graça de Deus está agindo e nós queremos corresponder a esta graça, a esta vocação de servir à causa do Reino de Deus.

Uma mensagem para os diocesanos de Amparo.
Minha mensagem é um convite à esperança. Caminhemos na certeza de que Deus está conosco. Jesus disse: “Não temais pequeno rebanho, foi do agrado do Pai entregar-vos o Reino”. Nossa certeza é que Jesus caminha conosco e por isso podemos ter a segurança de lançar as redes “em seu nome, em nome de Jesus.”




 
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